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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Emissão de vistos eletrônicos começa em novembro

Implementação do sistema de vistos eletrônicos começa pela Austrália. Canadá, Estados Unidos e Japão também serão beneficiados pela medida


A partir do dia 21 de novembro, os turistas australianos que desejarem visitar o Brasil já poderão solicitar o visto de entrada no país por um sistema eletrônico de emissão do documento. A concessão do visto deverá sair em, no máximo, 72 horas após a solicitação ser feita pelo turista. O benefício também é válido para viagens de trabalho.
Em janeiro do próximo ano, o sistema eletrônico começa a valer também para turistas canadenses, americanos e japoneses. As datas já foram definidas para cada país: Canadá (8), Estados Unidos (15) e Japão (22). Antes os turistas desses países gastavam tempo e dinheiro para se deslocarem até os Visa Centers e consulados brasileiros de seus países para solicitarem os vistos de entrada no Brasil.
Segundo o ministro do Turismo, Marx Beltrão, a diminuição da burocracia de vistos é uma forma de atração de turista para o Brasil. A expectativa do MTur é que a medida aumente a entrada de estrangeiros no Brasil em até 25%, conforme dados da Organização Mundial do Turismo. “A facilitação de visto tem como objetivo reduzir a burocracia e, principalmente, alavancar a entrada de turistas estrangeiros no Brasil”, destacou o ministro.
Outros acordos com mercados estratégicos para o Brasil, como Qatar e Emirados Árabes Unidos deverão eliminar a exigência de vistos entre os dois países. Já a China, que tem o maior mercado de viajantes do mundo, fechou acordo com o Brasil para a emissão de vistos de turismo e negócio com validade de 5 anos. Para atender a nova demanda dos turistas chineses, o Brasil vai ampliar de três para doze novos Visas Centers na China, no início do ano que vem.
Os Visa Centers reduzem, em média, de 45 para 5 dias o prazo de concessão de vistos. Na África, Luanda já conta com um Visa Center inaugurado este mês. Angola responde, atualmente, por 50% dos vistos emitidos pelo Brasil para turistas africanos. Outros países que deverão contar com o mesmo sistema de facilitação de análise de documentos durante a solicitação de vistos ficam no sudeste asiático: Índia (Nova Delhi e Mumbai), Paquistão, Bangladesh e Sri Lanka são os países prioritários.

Fonte: Site do Ministério do Turismo.

Nova Veneza: um pedacinho da Itália no Brasil

Com mais de 90% da população descendente de italianos, a cidade é um dos encantos de Santa Catarina e encanta pela gastronomia e cultura local

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Crédito: Divulgação Nova Veneza

Referência em gastronomia italiana, Nova Veneza (SC) tem a cultura fortemente ligada à xará europeia e encanta os visitantes também pela arquitetura, música e danças folclóricas, além do casario tipicamente italiano do centro da cidade. Entre os atrativos históricos, culturais e religiosos mais visitados estão as casas de pedra, construídas no ano de fundação da colônia (1891) e tombadas como patrimônio histórico nacional; o Museu do Imigrante; o Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio; a Roda D`água e a Gondola Veneziana, importada da Itália e um dos quatro exemplares em uso fora do país europeu.
A pequena cidade preserva outra herança: o dialeto vêneto.  Além dele, quase todos os 14 mil habitantes falam o italiano, que é ensinado nas escolas. Com uma bela paisagem e muitos atrativos naturais, Nova Veneza está rodeada de montanhas da Serra Geral catarinense. Rios cristalinos correm entre montanhas de matas nativas. No Aguaí Santuário Ecológico o turista percorre trilhas e aventura-se na descida de rapel e tirolesa.
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Créditos: Divulgação Nova Veneza

Entre as cachoeiras, a da Vila Maria está situada nas escarpas de um vale com cerca de 100 metros de altura. A água despenca outros 100 metros de um paredão e forma uma bela cascata. Outras opções de banho são as cachoeiras do Cantão, Coral e Três Quedas. A paisagem da Serra Geral também pode ser apreciada durante o Caminho da Via-Crucis com 14 capelinhas. O percurso de 2 km começa na Igreja São Marcos e continua na zona rural. Já a Via do Imigrante, antiga estrada rural que liga Nova Veneza ao Distrito de Caravaggio, pode ser percorrida de carro, bicicleta ou a pé, passando por paisagens rurais e matas nativas. O percurso tem 2,6 km.
O artesanato de Nova Veneza, também se inspira na Veneza italiana e prioriza, como lembrança, as máscaras da principal festa local, o Carnevale di Venezia, que acontece sempre na segunda quinzena de junho. Os trajes e máscaras para participar do desfile também são comercializados ou alugados. Foliões mascarados e figurinos especiais reproduzem os nobres europeus de antigamente. A programação inclui shows locais e regionais, grupos folclóricos e de dança.
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Crédito: Divulgação Nova Veneza
O evento coincide com a Festa da Gastronomia Típica Italiana. Em cinco dias, a cidade recebe cerca de 50 mil visitantes. A comida típica dos colonos italianos é a principal motivação para o turista visitar Nova Veneza. Um banquete com massas caseiras, polenta, fortaia e vinho.
A cidade é reconhecida como o principal polo gastronômico do sul de Santa Catarina. As cantinas servem pratos que se baseiam no macarrão rústico, carnes e galinhas ensopadas, saladas de batatas com ovos, saladas de "radicio" e tantos outros encontrados nos restaurantes e "cafés coloniais".
ENOTURISMO – Em Nova Veneza, o turista também poderá visitar vinícolas e conhecer o processo de cultivo das uvas e de produção do vinho, além de provar os vinhos coloniais, sucos de uva e grapa (aguardente italiana). Também é possível degustar outros produtos típicos da colônia como geleias, polenta, puína (queijo pré-fermentado), queijos coloniais, pães caseiros e salames.

Fonte: Site do Ministério do Turismo.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

A CYA VIAGENS E TURISMO TE LEVA PARA A MAIOR VIAGEM DE ÔNIBUS DO MUNDO!



Dez dias de viagem, dormindo e acordando em um ônibus! Paisagens sensacionais que você vai percorrer com a gente. No caminho, mais de 100 cidades e 62 vidas que se encontram na travessia de quatro países da América do Sul. A partir do Rio de Janeiro, a reportagem do Fantástico embarcou rumo a Bogotá, capital da Colômbia, com o objetivo é mostrar o que encontrar no caminho. Venha viver com a gente uma aventura na maior viagem de ônibus do mundo!

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Bangcoc: O destino número um dos turistas no mundo

Líder no ranking mundial de visitantes, a capital da Tailândia tem tudo que se espera de uma grande metrópole asiática: templos, boa comida e modernidade (além de ser extremamente barata)
Loha Phrasah e jardins reais: Parte antiga da capital tailandesa oferece uma série de passeios gratuitos. Fotos: Bangkok.com
Loha Phrasah e jardins reais: Parte antiga da capital tailandesa oferece uma série de passeios gratuitos. Fotos: Bangkok.com

Quando se fala nos principais destinos turísticos do mundo, Nova York e Roma vêm logo à cabeça. Mas, acredite ou não, foi Bangcoc que encabeçou a lista das cidades que mais visitadas em 2016. A capital tailandesa recebeu quase 22 milhões de estrangeiros, ficando à frente de Londres (19,8 milhões) e Paris (18 milhões), segundo pesquisa da Mastercard. Só para se ter uma ideia, o Brasil inteiro recebeu o recorde de 6,6 milhões de turistas no ano passado, boa parte deles por conta dos Jogos Olímpicos. 


De fato, a Tailândia é uma joia localizada no Sudoeste asiático, continente que vem sendo descoberto aos poucos pelos brasileiros, graças à grande oferta de passagens aéreas - a maior parte dos voos mais baratos parte de São Paulo, com paradas no Oriente Médio. Como recifense que morou lá durante quase um ano, posso assegurar que a caótica (porém, charmosa) Bangcoc sofre o mesmo preconceito que a capital pernambucana.

Assim como os visitantes que vêm ao estado passam dois ou três dias no Recife e seguem para o Litoral Sul, o mesmo acontece com a metrópole asiática, que acaba trocada depois de poucos dias pelas praias e ilhas do Sul do país (e que iremos detalhar na próxima semana). O clima por lá também é igual ao do Recife: um período de chuvas pesadas (e diárias), entre maio e agosto, e o resto do ano de sol e calor intenso, com uma diferença de que a média lá ultrapassa os 40 graus. Lembre-se que a cultura oriental é totalmente diferente da ocidental, então você pode não encontrar papel higiênico ou facas, por exemplo, em alguns locais mais tradicionais. Se visitar o país até outubro, não estranhe o luto oficial de um ano devido à morte do rei Bhumibol, que passou 70 anos no trono.


Cruzeiro pelo Rio Chao Phraya, em frente ao Wat Arun
Cruzeiro pelo Rio Chao Phraya, em frente ao Wat Arun

Apesar do sol forte, nada de shorts ou regatas. Em boa parte dos mais de 400 templos da cidade e em prédios oficiais (como o Grande Palácio), é proibido entrar com joelhos ou ombros descobertos, em sinal de respeito. A dica é levar uma calça (ou saia) levinha na mochila e vestir nas entradas. Esses itens são encontrados - junto a uma variedade de artigos locais - nos mercados noturnos. O gigantesco Chatuchack é aberto todos os fins de semana e deve ser parada obrigatória. 

Os tailandeses são simpáticos (lá é a “terra do sorriso”) e adoram negociar, então prepare-se para barganhar tudo por menos da metade do preço. Não se iluda com as agências de viagens que oferecem pacotes em hotéis e albergues próximos à Khao Sand Road (a rua dos mochileiros). É uma péssima localização, longe do centro da cidade e sem linhas de metrô ou trem aéreo, deixando o turista refém dos irritantes tuk-tuks (espécie de triciclo) e de taxistas mal intencionados, que cobram o equivalente a R$ 50 por uma viagem pequena - um trajeto de meia hora não deve custar mais de R$ 10. Prefira ficar nas regiões do Siam ou Silom. 

Nossa moeda é bem valorizada em relação ao bath tailandês. Numa praça de alimentação de shopping não se gasta mais de R$ 6 numa refeição. Se quiser arriscar numa barraca de rua (eu evitaria), o valor cai para R$ 3. Leve dólares e troque pela moeda local, pois dificilmente encontrará uma máquina de cartão de crédito ou débito. Ajuda na hora de comprar um pad thai (típico macarrão local) e até na hora da gorjeta depois de uma massagem. 


Grande Palácio Real é a principal atração turística da capital
Grande Palácio Real é a principal atração turística da capital


Pechincha 

Viajar para a Tailândia virou “modinha” entre os brasileiros mais jovens que resolvem fugir dos roteiros internacionais mais básicos, como Europa e Estados Unidos. Mas não é de agora que essa monarquia asiática é considerada a “capital dos mochileiros”, turistas conhecidos por adotar estilos de viagens mais baratos. 

O preço salgado dos trechos aéreos - entre R$ 3,5 mil e R$ 4 mil, mas sempre há promoções - de mais de 40 horas (prepare-se para um fuso horário de 11 horas à frente) é totalmente compensado pelo custo de vida baixíssimo no país. Uma diária em hotel 5 estrelas em Bangcoc, por exemplo, pode custar o equivalente a R$ 120 (mais barato que um albergue em Paris ou Londres). Está cansado de andar? Pegue um táxi do subúrbio para o centro pagando menos de R$ 8. Prefere transporte público? A passagem de ônibus custa R$ 0,80. Para desfrutar de uma das gastronomias mais celebradas do Oriente, o visitante não paga mais de R$ 30 num bom restaurante - valor cai para menos de R$ 5 nos tradicionais carrinhos de rua. 

O jornalista do Diario Diogo Carvalho foi mochilar num mês de férias e acabou morando lá durante um ano. Neste e no próximo fim de semana, ele conta algumas dicas e peculiaridades dos quatro cantos do país. 


Wat Pho abriga a maior imagem reclinada de Buda da Tailândia
Wat Pho abriga a maior imagem reclinada de Buda da Tailândia



Não pode faltar no passeio

1) Templo favorito de muitos turistas
É no Wat Pho onde está a maior estátua de Buda deitado do país, com incríveis 46 metros. É nessas pagodas ainda que está instalada uma das mais respeitadas escolas de massagem.

2) Visita a Bangcoc do século passado
Jim Thompson foi o empresário inglês que levou a cultura da seda à Tailândia. Sua casa, construída à beira do rio, virou um museu que mostra os costumes do povo de Bangcoc.

3) Bela furada a bordo do barquinho 
Mercados flutuantes na Tailândia podem ser uma verdadeira furada, como Damnoen Saduak, onde são vendidos suvenires made in China. Se quiser mesmo se arriscar, vá no Tailing Chan, onde comercializam comida.

4) Luzes, compras e pura diversão
No bairro do Siam se encontra um dos maiores complexos de shoppings da Ásia. São mais de 10 gigantes conectados por passarelas, com preços e atrações variadas, de aquários a boates.

5) Jantar a bordo de balsas
Símbolo do reinado de Rama III e cartão-postal oficial da Tailândia (está estampado na moeda de 10 baths), o Wat Arun - Templo do Amanhecer - é a principal atração dos cruzeiros realizados pelo Rio Chao Phraya, com saídas do porto Asiatique.

6) Caos, insetos e muitos tuk-tuks
Passar pela Chinatown vale mais para conferir os coloridos letreiros e as comidas exóticas. Ali do lado, na Khao Sand Road (rua de mochileiros), desavisados se arriscam nas barracas que vendem  escorpiões, gafanhotos e baratas “comestíveis”. 

7) Para respirar o mesmo ar do rei
Local mais visitado da capital, o Grande Palácio é um conjunto de edifícios que serve como moradia da família real desde o século 19. Os imponentes guardiões vigiam a entrada do templo do precioso Buda de Esmeralda.

Trem aéreo (BTS) é uma maneira bacana de fazer um passeio panorâmico pelo distrito financeiro
Trem aéreo (BTS) é uma maneira bacana de fazer um passeio panorâmico pelo distrito financeiro

8) Moderno e panorâmico
Para fugir do trânsito caótico (uma São Paulo cinco vezes pior), a melhor opção é procurar um hotel próximo às linhas do trem áereo. O BTS conta com duas linhas e mais de 30 estações (serviço que deve ser ampliado até 2020). O serviço percorre toda a parte mais moderna de Bangcoc, como o distrito financeiro de Chong Nonsi, com direito à vista panorâmica e ar-condicionado geladinho. A cidade ainda tem uma linha de metrô (18 estações) e uma linha que liga o centro ao aeroporto. Os preços variam de R$ 1,50 a R$ 4,50.

9) Um gigante todo em ouro
Entre a Chinatown e a estação de trem está o Wat Traimit, templo que abriga a maior imagem de Buda de ouro do mundo, com 5 metros de altura e 5,5 toneladas, esculpida no século 13. 

10) Um drinque lá nas alturas
Quase todo arranha-céu da cidade tem um rooftop bar na cobertura. Os preços são salgados, mas a vista vale. O mais famoso é o Vertigo & Moon (no 61º andar), onde foi filmado  Se beber não case 2.

11) Realeza está em todo lugar
Imagens dos membros da Dinastia Chakri estão presentes em todos os lugares de Bangcoc, seja em frente a prédios públicos ou nas avenidas. Se for tirar fotos, cuidado para não faltarem com respeito. O povo leva a família real muito a sério.

12) Central park dos dragões
Reserve um fim de tarde para o Lumphini Park, oásis entre os espigões do distrito financeiro. Aproveite uma aula de ioga gratuita ou fotografe os dragões de Komodo que circulam livremente.


Parque Lumphini é um dos melhores lugares para relaxar
Parque Lumphini é um dos melhores lugares para relaxar
Do Pernambuco.com

Festival de pesca movimenta turismo de Mato Grosso

Pesca esportiva em Cáceres. Crédito: Divulgação do evento.


36ª edição do Festival Internacional de Pesca Esportiva, em Cáceres (MT), estimula a preservação ambiental, divulga a cultura pantaneira e dinamiza o turismo no pantanal mato-grossense


A emoção de pescar e soltar o peixe no seu habitat natural é a principal característica de quem pesca por esporte. É nesse contexto que a cidade de Cáceres, portal de entrada do Pantanal pelo Estado do Mato Grosso, recebe a partir desta quarta-feira (07) a maior competição de pesca embarcada em água doce do mundo, segundo o Guinness, o livro dos recordes. O cenário da 36ª edição do Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres (FIPe), que acaba no domingo (11), é o rio Paraguaia.
São esperadas 400 equipes - 1.200 pescadores - em barcos motorizados e 150 equipes - 300 pescadores -  em canoa a remo. Crianças e idosos também participam das competições para incentivar a tradição e valorizar os mais experientes. Os mais novos são preparados, desde cedo, com aulas de pesca e educação ambiental. Na prova de pesca infanto-juvenil são usados apenas anzóis sem farpas.
A regra básica de pescar e soltar após a pesagem e medição dos peixes traduz o real sentimento do pescador que vai ao Pantanal praticar o esporte por amor. A valorização e preservação das espécies possibilitam a sustentabilidade do ecoturismo e turismo de aventura, além de permitirem a contemplação do meio ambiente, principalmente da exuberante fauna e flora do rio Paraguai e seus afluentes Jaurú, Sepotuba e Cabaçal que fazem parte da cultura pantaneira. Essa diversidade de atrativos turísticos do Pantanal, Patrimônio Natural da Humanidade reconhecido pela Unesco, movimentam cerca de 150 mil visitantes nos cinco dias do festival.
O evento também proporciona a realização de negócios, principalmente nos estabelecimentos voltados para a pesca esportiva com uma feira náutica e prestadores de serviços turísticos, além de atividades recreativas e esportivas, oficinas de artes plásticas e artesanato. O FIPe contribuí diretamente para a valorização da história, cultura e gastronomia de Cáceres. A cidade sempre esteve ligada a navegação fluvial pelo rio Paraguai, que desenvolveu o comércio com Corumbá (MS) e Cuiabá, a capital.
Atualmente, graças ao turismo de pesca esportiva, Cáceres conta com 18 hotéis flutuantes. A temporada de pesca no rio Paraguai vai de fevereiro a setembro. Entre outubro e janeiro ocorre a piracema na região, época de reprodução dos peixes e de proibição da pesca, mas as embarcações continuam o turismo contemplativo percorrendo as baías, lagoas e canais povoados de peixes, ninhais de aves, além de viveiros de aguapés, vitórias-régias e áreas de descanso dos jacarés e capivaras.
A antiga vila de São Luís de Cáceres, de 1778, nasceu da necessidade de defesa e incremento da fronteira. A praça da Catedral de São Luís abriga o Marco do Jauru, divisor das terras de Portugal e Espanha, decorrente do Tratado de Madri, de 1750, quando os colonizadores definiram a fronteira do Brasil. A Catedral (1919-1965) de estilo neogótico e o Marco, originalmente chantado na foz do rio Jauru, estão entre os atrativos turísticos mais significativos da cidade, além do o casario secular do centro histórico, as fazendas centenárias e os sítios arqueológicos.  O Museu Histórico de Cáceres, apresenta acervo que retrata a cultura e história do povo pantaneiro, além de achados da arqueologia regional.
Os balneários urbanos e rurais com praias fluviais, hotéis e pousadas à beira do rio Paraguai são acessados de barcos e chalanas. As baías nas margens do rio Paraguai e seus afluentes formam grandes lagos onde são praticados esportes aquáticos como canoagem, ski, jet ski e natação, entre outros. Juntam-se a esses atrativos, áreas de montanhismo, trilhas e camping que diversificam o turismo de Cáceres. São caminhos que levam o turista até as cachoeiras de Peraputanga, Facão e Primavera, entre outras, além de grutas e cavernas como a Dolina Água Milagrosa.
Fonte: Ministério do Turismo.
 

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